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  • Delgado Alves pede a Seguro que use a palavra e conforte manifestantes

    O deputado e dirigente do PS Pedro Delgado Alves defendeu hoje que a carga policial nas manifestações pela habitação justifica "o uso da palavra" pelo Presidente da República, considerando que os manifestantes "merecem um conforto" de António José Seguro.   Em declarações à agência Lusa a propósito do direito à manifestação, o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS concordou desejável a intervenção quer do chefe do Estado quer do primeiro-ministro depois de, na madrugada de domingo, as manifestações de Lisboa e do Porto pela habitação terem terminado com uma carga policial. "Quanto ao senhor Presidente da República, efetivamente é uma das circunstâncias em que eu acho que se justificava o uso da palavra. O uso da palavra presidencial tem muito peso", defendeu, sublinhando a importância da ação do chefe de Estado na "preservação dos instrumentos fundamentais da democracia" como é o caso, entre outros, da liberdade de manifestação. Para Pedro Delgado Alves, os manifestantes, "pessoas que querem continuar a poder exercer o seu direito de manifestação livremente", merecem "um conforto da parte" de António José Seguro, já que é "o guardião da Constituição e será o guardião desta liberdade de manifestação". "É verdade que o Presidente da República convocou um Conselho de Estado para a próxima semana, mas eu penso que se foca nos problemas sociais que podem estar na origem das manifestações e da tensão que temos visto, mas há concretamente uma questão sobre a qual acho que vários camaradas meus e várias pessoas já o têm dito, era importante uma palavra do Presidente da República nisto que é uma peça muito importante da saúde da democracia", sustentou. No domingo, precisamente numa manifestação pela habitação no Rossio, em Lisboa, a eurodeputada do PS Ana Catarina Mendes foi questionada pelos jornalistas se Seguro já deveria ter vindo falar sobre esta carga policial. "Eu estou habituada a ter a voz do Presidente da República Mário Soares ou do Presidente da República Jorge Sampaio que, em momentos desta natureza e de carga policial, intervieram a pedir que haja respeito escrupuloso pelo Estado de direito. É isso que eu espero de um Presidente da República", pediu. Quanto ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, Pedro Delgado Alves apontou que este tem "especial responsabilidade nas orientações que são emitidas aos restantes membros do Governo". "Era muito importante saber que leitura faz o primeiro-ministro do que sucedeu, porque, se quisermos, é na sua dependência que estes factos acontecem, direta ou indiretamente", enfatizou, considerando que é preciso "pedir contas" ao chefe do executivo. A PSP dispersou na madrugada de domingo, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas. Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação. Segundo a PSP, registaram-se, no total, 33 feridos e 33 detidos por desobediência. Em comunicado, as organizações das acampadas referiam dezenas de feridos. Carlos Moedas solidário com manifestantes (mas não comenta ação policial) O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas (PSD), manifestou hoje solidariedade para com os manifestantes pelo direito à habitação e apelou à serenidade de todos, recusando-se a comentar a intervenção policial na madrugada de domingo no Rossio. Lusa | 19:35 - 26/10/2026

  • PS pede regresso às "boas práticas" na aplicação da lei de manifestação

    O PS pediu hoje o regresso às "boas práticas" e ao equilíbrio na aplicação da lei de manifestação nos últimos 50 anos e rejeitou alterações legislativas "sem ponderação" e no "calor do momento", condenando "cargas policiais desproporcionais". "No imediato, o mais importante é restaurar as boas práticas, que asseguraram o equilíbrio na aplicação da lei durante cinco décadas, mais do que ir agora a correr rever o texto do decreto-lei sem a devida ponderação e movidos pelo calor do momento", disse, em declarações à agência Lusa, o deputado do PS Pedro Delgado Alves. O socialista foi questionado sobre o desafio feito pelo procurador-geral da República (PGR) para que a Assembleia da República reveja o diploma de 1974 que regulamenta o direito de manifestação, contrapondo que para o seu partido "é preciso uma solução legislativa, mas não para este problema" e sim "para os vários problemas da habitação". "Já o dissemos no passado, em 2021, na sequência de outras manifestações, a função do legislador é ter sempre disponibilidade para melhorar a legislação existente. Agora, que o faça de supetão, aos solavancos e sem a devida ponderação é que parece má técnica, em primeiro lugar, e, em segundo lugar, pode até não ser absolutamente indispensável se pudéssemos continuar a ter tido uma interpretação corretiva da lei como ela foi tendo ao longo dos últimos 50 anos", reiterou. De acordo com Pedro Delgado Alves, ao longo dos últimos 50 anos, a polícia, a PGR, os tribunais, e a doutrina constitucional "sublinharam que o decreto-lei precisava de ser interpretado de forma conforme à Constituição" e também em linha com a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, o que foi sendo feito e, dessa forma, garantido o direito fundamental de manifestação. "Temos um robusto regime de direito de manifestação e é esse regime que, mais recentemente foi posto em causa por um afastamento deste consenso em torno de como aplicar a lei", apontou. Segundo o deputado do PS, as forças de segurança existem para "assegurar a ordem pública, o direito dos manifestantes a pacificamente se poderem manifestar, para proteger a manifestação de contra-manifestantes e para garantir que não há violência a partir da manifestação que afetasse interesses e direitos de terceiros". "Estão lá para todas essas coisas, mas não estão lá para cargas policiais quando não havia necessidade, de forma desproporcionada, perante manifestações pacíficas", condenou, referindo-se às manifestações pela habitação em Lisboa e no Porto, que na madrugada de domingo terminaram com uma intervenção policial. Pedro Delgado Alves referiu que, quando no domingo o líder do PS, José Luís Carneiro, pediu que tudo "seja apurado com a maior brevidade possível" é também para "perceber o que é que fez infletir esse conjunto de boas práticas" com 50 anos. "Era importante perceber: há uma diretiva específica da parte do seu Ministério da Administração Interna para conduzir uma limpeza do terreno de forma implacável, para parafrasear o presidente da Câmara Municipal do Porto, ou houve uma mudança de comportamento ou de orientações dentro da própria PSP? Não estou em condições de responder. É isso que é importante esclarecer", apelou. A PSP dispersou na madrugada de domingo, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas. Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação. Segundo a PSP, registaram-se, no total, 33 feridos e 33 detidos por desobediência. Em comunicado, as organizações das acampadas referiam dezenas de feridos.

  • PCP recusa "subterfúgios para limitar" o direito de manifestação

    O PCP afirmou hoje que o direito de manifestação está inscrito na Constituição e recusou uma alteração à lei com o objetivo de o limitar, defendendo que a atual lei "nunca gerou qualquer tipo de problema".   "O PCP entende que se está a fazer uma interpretação restritiva da lei com o objetivo de procurar limitar a liberdade e o direito de manifestação e nós consideramos que é inaceitável, aliás, a liberdade e o direito de manifestação que ficaram consagrados na Constituição, e aquilo que se impõe é que seja assegurado e que seja garantido e que não se encontram subterfúgios para o limitar ou condicionar", afirmou a líder parlamentar do PCP. Paula Santos falava aos jornalistas na Assembleia da República, numa reação às declarações do procurador-geral da República, que desafiou hoje a Assembleia da República a rever o diploma de 1974 que regulamenta o direito de manifestação e rejeitou pedir a fiscalização deste decreto-lei ao Tribunal Constitucional. A deputada referiu que "houve ao longo de décadas uma interpretação que nada tem a ver com aquela que está a ser feita neste momento, e nunca gerou qualquer tipo de problema". "Houve inclusivamente vários protestos, várias ações de luta com a ocupação do espaço público até por diversos dias e o entendimento foi bastante diferente daquilo que se quer impor agora à força", assinalou, pedindo que "não se encontrem pretextos para procurar limitar a liberdade e o direito de manifestação, que não se queira alterar a lei exatamente também com esse objetivo de procurar limitar e condicionar o direito de manifestação". Paula Santos defendeu que "aquilo que se impõe é dar resposta aos problemas que aí estão, nomeadamente da garantia do direito à habitação", voltou a apelar ao Governo que retire a proposta de alteração à lei do arrendamento, que está na fase de especialidade na Assembleia da República, e pediu que "não se desfoque daquilo que é fundamental". A líder parlamentar do PCP acusou o Governo de procurar "pretextos e de impor um entendimento restritivo para limitar esse direito à manifestação". A PSP dispersou na madrugada de domingo, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas. Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação. Os manifestantes exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à aquisição de habitação por fundos imobiliários, o aumento da habitação pública, a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais e tetos "verdadeiramente acessíveis" à renda. PCP saúda "clara e grande vitória" de Lula da Silva O PCP saudou a reeleição de Lula da Silva como Presidente do Brasil, destacando a vitória do povo brasileiro e a mobilização popular que a sustentou. Lusa | 14:51 - 26/10/2026

  • "Quem cala, consente"? Como interpretar o silêncio de Montenegro?

    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o Presidente da República, António José Seguro, têm-se mantido em silêncio relativamente à intervenção policial no Rossio, em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto. Embora o chefe de Estado tenha comentado a crise da habitação no passado dia 15 e no dia 19, com mensagens de empatia para com os manifestantes, o facto é que após o escalar das tensões, nenhuma das duas figuras se dirigiu à população.   Sublinhe-se que, no seguimento das intervenções policiais em Lisboa e no Porto, Luís Neves foi peremptório a explicar, no domingo, que viu "força física para fazer cumprir a lei e o estado de direito", considerando que a atuação da PSP foi "verdadeiramente legitimada". Já esta segunda-feira, optou por não tecer qualquer comentário. O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, alinhou na mesma mensagem, também esta segunda-feira: "As regras quando são incumpridas têm de ter consequências". Ainda assim, não houve qualquer comunicado por parte do gabinete de Luís Montenegro, a figura com responsabilidade mais direta na atuação das forças policiais, por via do respetivo ministério. O Notícias ao Minuto falou com o politólogo José Adelino Maltez para perceber como deve ser interpretada esta ausência de comunicação direta. Na ótica do politólogo, no caso do primeiro-ministro, aplica-se o ditado popular "quem cala, consente", justificando que Luís Montenegro tem ficado calado "porque consente" aquela que tem sido a interpretação, por exemplo, do ministro da Administração Interna. José Adelino Maltez referiu ainda que o primeiro-ministro "mandou os seus colaboradores fazer a intervenção" e, por isso, concorda com aquilo que tem sido dito: "Silenciado, assume a total responsabilidade", afirmou.  De recordar que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, falou aos jornalistas pela última vez no dia 16 de outubro, em Bruxelas. Desde então, visitou uma escola em Lourosa, mas sem a presença da comunicação social.  Quanto ao Presidente da República, o politólogo salientou que o Chefe de Estado "não tem responsabilidade", por exemplo, na atuação das polícias, acrescentando que "não tem esses poderes" e, por isso, o silêncio é "compreensível". O Notícias ao Minuto contactou as assessorias de Belém e de São Bento, no sentido de indagar sobre as intervenções de ambos os responsáveis políticos, mas, até ao momento, continua sem resposta. "O seu silêncio neste momento não acalma a violência" No domingo, recorde-se, elementos da Comissão de Honra de António José Seguro enviaram uma carta ao chefe de Estado na qual pedem uma reação: "O seu silêncio neste momento, Exmo. Sr. Presidente da República, não acalma a violência. Só a sua palavra pode repor a tranquilidade pública e a primazia do respeito pelos direitos cívicos dos cidadãos." Várias figuras políticas têm sido muito críticas a este silêncio. Por exemplo, o antigo ministro da Justiça do PSD, Fernando Negrão, admitiu que tem uma "enorme dificuldade" em perceber o que é que levou a Polícia de Segurança Pública (PSP) a agir com os manifestantes das acampadas pelo direito à habitação da forma como agiu, na noite de sábado para domingo. Em entrevista à Renascença, o também antigo diretor da Polícia Judiciária (PJ) considerou que o primeiro-ministro tem de explicar a atuação da polícia nas manifestações de Lisboa e Porto em defesa do direito à habitação. E é agora. "Este é o momento de o primeiro-ministro intervir, uma vez que ainda não disse uma palavra sobre o que se passa relativamente às manifestações e à atuação da PSP e à atuação dos manifestantes", defendeu o social-democrata, lamentando o decurso dos acontecimentos. Fernando Negrão fala em ação com "natureza política" e apela a Montenegro O antigo ministro da Justiça do PSD, Fernando Negrão, admite que tem uma "enorme dificuldade em conseguir perceber porque é que a PSP agiu" da forma que agiu com os manifestantes e defende que "é o momento de o primeiro-ministro intervir". Natacha Nunes Costa | 14:44 - 26/10/2026

  • Ventura propõe manter CPI de Luís Neves durante discussão do OE

    André Ventura, que preside à comissão parlamentar de inquérito (CPI) aos mandatos de Luís Neves à frente da Polícia Judiciária, vai propor a manutenção dos trabalhos durante a discussão do Orçamento do Estado, apesar de não haver consenso.   À saída da reunião de trabalho da mesa e coordenadores, que decorreu à porta fechada, o também líder do Chega explicou aos jornalistas que a sua posição sobre a não interrupção dos trabalhos da CPI durante o próximo mês de discussão do Orçamento do Estado para 2027 não reúne consenso entre os grupos parlamentares, mas que será essa a sua proposta, que deve ser votada na reunião de terça-feira. Se não tiver acolhimento "terá que ser submetida à votação outra proposta", de suspensão de trabalhos, que terá depois de ser votada em plenário. "Tenho ouvido os argumentos de todos e percebidos os argumentos de todos. Em qualquer caso, (…) parece-me que se está a formar um entendimento de que mesmo que venha a existir suspensão durante o período orçamental, devem retomar os trabalhos imediatamente, logo após a suspensão orçamental", disse André Ventura, acrescentando que facilitaria os trabalhos devido ao elevado número de pedidos de audição, O presidente da CPI referiu ainda uma questão em aberto sobre a audição do pirata informático Rui Pinto, condenado no processo 'Football Leaks' e sob proteção da justiça, adiantando que "serão adotados procedimentos de segurança específicos", admitindo que a audição possa decorrer à distância. Não sendo o paradeiro de Rui Pinto conhecido, devido às medidas de proteção, André Ventura explicou também que a sua notificação para depor na CPI poderá ter que passar por um pedido dirigido ao Ministério da Justiça. Quanto às audições do anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do anterior primeiro-ministro, António Costa, e do atual, Luís Montenegro, Ventura indicou que deverão acontecer por escrito, como previsto na lei. A comissão parlamentar de inquérito para "avaliação da intervenção de Luís Neves enquanto diretor da PJ durante todos os seus mandatos (2018-2026) e eventual responsabilidade de membros do Governo que o nomearam e tutelaram" tomou posse a 14 de outubro. Este inquérito foi forçado pelo Chega na sequência das polémicas que vieram a público nos últimos meses envolvendo Luís Neves, relacionadas com obras numa propriedade do agora ministro feitas por uma empresa que celebrou contratos com a PJ, ou o atrelado com químicos apreendidos numa operação que ficou guardado nas instalações dessa empresa. Leia Também: PSD quer ouvir António Costa e Luís Neves na comissão de inquérito

Economia

  • Galp diz que taxa sobre lucros extraordinários está na estrutura fiscal

    A Galp defendeu hoje que a proposta de taxar os lucros extraordinários das petrolíferas é já uma realidade capturada pela estrutura fiscal em vigor e alertou para os ciclos de investimento do setor.   O Governo enviou recentemente para o parlamento uma proposta que prevê uma taxa de 33% sobre os lucros extraordinários das petrolíferas em 2026. "Essa é uma realidade que já está a ser capturada com a estrutura fiscal. Já temos uma taxa de impostos que entre a taxa normal de IRC [Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas] e o adicional a que estamos sujeitos, neste trimestre, está nos 43% (taxa média)", afirmou a co-presidente executiva da Galp, Maria João Carioca, em declarações à Lusa. Maria João Carioca avisou que qualquer medida desta natureza deve ter em conta que o setor tem investimentos elevados e ciclos relativamente longos. Segundo os dados citados pela co-presidente executiva da Galp, entre 2005 e 2025, foram investidos na refinaria de Sines cerca de 7.000 milhões de euros. No entanto, em 11 destes 20 anos o 'cash flow' [fluxo de tesouraria] foi negativo, ou seja, o investimento foi superior ao retorno, destacou. Em 15 de setembro, o Governo propôs uma taxa de 33% sobre a parcela dos lucros das petrolíferas em 2026 que exceda em mais de 20% a média de 2024 e 2025, destinando a receita a apoios a famílias, bombeiros, setor social e transportes. A medida consta da proposta de lei que cria a Contribuição de Solidariedade Temporária sobre o Setor Petrolífero (CSTSP), entregue pelo executivo na Assembleia da República e que terá de ser apreciada pelos deputados. A receita arrecadada será afeta ao Fundo Ambiental e ao Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) e deverá ser utilizada exclusivamente no financiamento de medidas adotadas depois de 28 de fevereiro de 2026. Entre os destinatários estão os consumidores finais de combustíveis fósseis, em especial as famílias, as associações humanitárias de bombeiros e as entidades do setor social, bem como empresas de transporte de mercadorias e de passageiros com obrigações de serviço público. A contribuição aplica-se às empresas residentes ou com "estabelecimento estável" em Portugal que desenvolvam atividades nos setores do petróleo bruto e da refinação, considerando-se abrangidas as entidades que obtenham pelo menos 37,5% do volume de negócios nestas atividades. Combustíveis devem continuar caros até dezembro, antecipa Galp A Galp perspetivou hoje que os preços dos combustíveis devem manter-se elevados até ao final do ano, tendo em conta a disponibilidade de refinação na Europa. Lusa | 19:18 - 26/10/2026

  • Combustíveis devem continuar caros até dezembro, antecipa Galp

    A Galp perspetivou hoje que os preços dos combustíveis devem manter-se elevados até ao final do ano, tendo em conta fatores como a disponibilidade de refinação na Europa.   "Os preços dos combustíveis são determinados não apenas pela valorização do Brent, mas por uma combinação de fatores que deve manter os preços elevados até ao final do ano", afirmou o co-presidente executivo da Galp, João Diogo Marques da Silva, em declarações à Lusa. Marques da Silva referiu que a volatilidade dos mercados e a atual situação geopolítica não permitem prever o futuro, mas deixam antever que a volatilidade dos preços se vai manter. Neste sentido, notou que os preços vão manter-se "estruturalmente altos", mas ressalvou que isto "não tem pura e simplesmente" a ver com a situação geopolítica, mas com um conjunto de fatores, desde logo a capacidade de refinação da Europa e a disponibilidade de transporte de energia e produtos petrolíferos. Já sobre a fatura de eletricidade, a Galp reiterou que os preços da eletricidade para os clientes da empresa não vão ter qualquer alteração até ao final do ano, mas garantiu "ser cedo" para comunicar a evolução para 2027. O co-presidente executivo da petrolífera destacou que, até setembro, a Galp disponibilizou um conjunto de descontos para as famílias portuguesas que ultrapassam os 35 milhões de euros. Em 15 de outubro, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) propôs um aumento de 1,5% no preço da eletricidade em baixa tensão que continuam no mercado regulado para 2027. Esta proposta está sujeita a parecer do Conselho Tarifário, tendo o regulador até 15 de dezembro para publicar as tarifas e preços que vigorarão a partir de 01 de janeiro. Bolsa de Lisboa fecha em queda com Galp a perder mais de 10% A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, com o índice PSI a recuar 0,75% para 9.175,73 pontos e a Galp a perder mais de 10%, em contraciclo com a restante Europa. Lusa | 17:16 - 26/10/2026

  • Trabalhadores da Petrogal saúdam fim do negócio Galp-Moeve

    A Comissão de Trabalhadores da Petrogal considerou hoje que o país fica a ganhar com o "fim do negócio Galp-Moeve", depois de as empresas terem falhado uma fusão dos negócios de refinação e comercialização de combustíveis.   Num comunicado com o título "Caiu o negócio, ganhou o país", a Comissão Central de Trabalhadores afirma que "valoriza este desfecho", porque "o negócio partia a empresa, entregava a refinaria de Sines a uma sociedade sediada em Espanha e controlada por fundos estrangeiros, e deixava a rede de retalho repartida com a Moeve [ex-Cepsa]". Segundo a comissão de trabalhadores, "com o fim do negócio, a Galp mantém-se como uma empresa integrada, da refinação à distribuição, e continua a ser uma peça central da soberania energética do país". A estrutura representativa dos trabalhadores da Petrogal nota que o negócio não avançou apenas "por falta de acordo entre as partes e não por defesa do interesse nacional ou dos trabalhadores". "Não nos iludamos quanto aos motivos. O negócio não caiu por respeito pelo interesse nacional nem pelos trabalhadores. Caiu porque as partes não se entenderam sobre o que cada uma ganhava, como a própria Galp admite ao justificar o desfecho com a falta de alinhamento para gerar 'valor para os acionistas'", salienta, reclamando que a empresa seja nacionalizada. "Enquanto a Galp estiver nas mãos de interesses privados, o futuro de uma empresa estratégica para o país será decidido em função do que é melhor para os acionistas e não do que é melhor para Portugal. Em vários países europeus, os Estados têm reforçado o controlo sobre empresas de energia. A Galp já foi pública e deve voltar a sê-lo, ao serviço do país e de quem nela trabalha", entende. A comissão de trabalhadores defende ainda que a riqueza criada seja "reinvestida na empresa e que o seu trabalho seja reconhecido com direitos, salários e condições à altura". A riqueza "deve ser reinvestida na própria empresa, em todas as suas áreas e nas suas pessoas, e não canalizada apenas para remunerar os acionistas", insiste. O fim das negociações foi comunicado ao mercado hoje de manhã pela Galp, com a petrolífera portuguesa a explicar que, na sequência de um acordo não vinculativo anunciado em 08 de janeiro com os acionistas da Moeve, a Mubadala Investment Company e o grupo Carlyle, as partes mantiveram negociações aprofundadas, sem que tenham obtido um entendimento nestes meses. A Galp garantiu que o fim das negociações não terá impacto nas suas operações atuais "nem na confiança da empresa no potencial de criação de valor autónomo do seu portefólio de 'downstream'", mantendo abertura a futuras oportunidades de consolidação do setor. Citada no comunicado da empresa, a presidente do conselho de administração, Paula Amorim, refere que a operação representava uma oportunidade para criar um grande operador europeu de refinação e comercialização. "Embora o racional estratégico subjacente à operação proposta continue a fazer sentido, as partes não conseguiram alcançar o alinhamento comercial necessário para estabelecer uma parceria duradoura e geradora de valor a longo prazo", disse. Bolsa de Lisboa fecha em queda com Galp a perder mais de 10% A bolsa de Lisboa fechou hoje em queda, com o índice PSI a recuar 0,75% para 9.175,73 pontos e a Galp a perder mais de 10%, em contraciclo com a restante Europa. Lusa | 17:16 - 26/10/2026

  • Sindicatos desconvocam greves parciais no Metropolitano

    As greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa vão ser desconvocadas, após os serviços mínimos decretados pelo Tribunal Arbitral, pois as organizações sindicais consideram que a decisão coloca em causa a segurança de utentes e trabalhadores.   "Enviámos uma comunicação, portanto, aos trabalhadores e ao próprio Conselho Económico e Social, onde informamos que as greves de 28 e dia 30 serão desconvocadas", afirmou à Lusa a dirigente sindical Sara Gligó. Segundo a dirigente da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) e do STRUP - Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal, "o Tribunal Arbitral decidiu pela fixação de serviços mínimos, pela circulação de composições, e nos moldes em que, efetivamente, a empresa solicitou". "Entendemos que esta decisão contraria a jurisprudência existente, coloca em causa a segurança dos utentes e dos próprios trabalhadores a operar nas condições que foram decretadas, inclusive, este acórdão permite a substituição de trabalhadores em greve por trabalhadores que não estão habilitados para estas funções", apontou. Nesse sentido, Sara Gligó adiantou que as organizações sindicais vão "agora reunir os trabalhadores em plenário" para determinar as próximas ações. "Desconvocámos obviamente esta greve, mas não desconvocámos a luta e, portanto, iremos com os trabalhadores encontrar novas formas de luta", salientou. O Tribunal Arbitral tinha definido serviços mínimos para as greves parciais de quarta e sexta-feira, entre as 05h00 e as 10h00, com abertura de 26 estações, segundo o Metropolitano de Lisboa. "Os serviços mínimos assegurarão a abertura das estações terminais, de correspondência entre linhas ou de interface com outros operadores e as que servem hospitais, universidades e tribunais, num total de 26 estações (10 na linha Azul, seis na Amarela, cinco na Verde e cinco na Vermelha), com início do período de trabalho às 06h30 para preparação dos comboios", informou a empresa. Das 56 estações da rede, as 26 estações estariam abertas e em funcionamento "a partir das 07h00", nas linhas Azul, Amarela, Verde e Vermelha, enquanto as restantes permaneceriam "encerradas ao público até às 10h00", prevendo-se que a circulação fosse "significativamente reduzida, com tempos de espera superiores ao habitual". Para a dirigente da Fectrans e do STRUP, "o tribunal aceitou tudo o que o Metropolitano de Lisboa pediu", o que "põe em causa o direito à greve dos trabalhadores" e "coloca em causa a segurança do serviço público de transporte". "A questão nem sequer se coloca com o número de estações abertas, a questão central coloca-se que o Metropolitano, além de dizer no próprio pedido de serviços mínimos que efetivamente hoje a segurança e a circulação é assegurada por sistemas automáticos e que em nada dependem da circulação com trabalhadores, não é verdade", contrapôs. Com os serviços mínimos, explicou, um trabalhador "tem que garantir, mesmo que seja das cinco às 10 da manhã, operacionalidade de quatro linhas, o que não é humanamente possível e coloca, obviamente, em causa a segurança, porque quem monitoriza uma linha não consegue monitorizar as outras todas ao mesmo tempo". "Portanto, se tiver um problema numa linha, deixa de monitorizar as outras, e isto para nós é efetivamente colocar em causa a segurança dos passageiros, dos próprios trabalhadores, que depois também estão, quer no posto de comando central, quer no âmbito da operação, a garantir a abertura das estações e da circulação de comboios", sublinhou. A greve, de acordo com Sara Gligó, dirigente da Fectrans e do STRUP, resulta de problemas persistentes no Posto de Comando Central e nos Postos de Tração, nomeadamente a falta de trabalhadores, recurso excessivo a trabalho suplementar, existência de turnos prolongados, atrasos na formação de encarregados e inspetores e esvaziamento das funções das chefias. O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião). Em condições normais de exploração, o metro funciona entre as 06h30 e a 01h00. [Notícia atualizada às 19h36] Greves parciais no Metropolitano: Tribunal define serviços mínimos O Tribunal Arbitral definiu serviços mínimos para as greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa, entre as 05:00 e as 10:00, convocadas por sindicatos, com abertura de 26 estações, anunciou a empresa. Lusa | 18:22 - 26/10/2026

  • Greves parciais no Metropolitano: Tribunal define serviços mínimos

    O Tribunal Arbitral definiu serviços mínimos para as greves parciais de quarta e sexta-feira no Metropolitano de Lisboa, entre as 05:00 e as 10:00, convocadas por organizações sindicais, com abertura de 26 estações, anunciou hoje a empresa.   "Os serviços mínimos assegurarão a abertura das estações terminais, de correspondência entre linhas ou de interface com outros operadores e as que servem hospitais, universidades e tribunais, num total de 26 estações (10 na linha Azul, seis na Amarela, cinco na Verde e cinco na Vermelha), com início do período de trabalho às 06:30 para preparação dos comboios", informou o metro. Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa vão cumprir duas greves parciais na quarta e na sexta-feira, entre as 05:00 e as 10:00, segundos os pré-avisos das organizações sindicais. Em causa, segundo a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) e o STRUP - Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal, estão as mesmas revindicações que estiveram na origem da greve de 14 de outubro, que levou à suspensão da circulação por 24 horas. Em comunicado, o Metropolitano indicou que "estarão abertas ao público e em funcionamento, a partir das 07:00", na linha Azul as estações da Reboleira, Pontinha, Colégio Militar, Jardim Zoológico, Praça de Espanha, São Sebastião, Marquês de Pombal, Baixa-Chiado, Terreiro do Paço e Santa Apolónia. Na linha Amarela, estão abertas as estações de Odivelas, Campo Grande, Cidade Universitária, Entre Campos, Saldanha e Rato, na linha Verde, Telheiras, Alameda, Rossio, Baixa-Chiado e Cais do Sodré, e na Vermelha, Aeroporto, Oriente, Alameda, Saldanha e São Sebastião. "Todas as restantes estações estarão encerradas ao público até às 10:00, prevendo-se que a circulação seja significativamente reduzida, com tempos de espera superiores ao habitual", avisou a empresa. Segundo o metro, o tribunal considerou que nesta greve "se está perante três elementos que a distingue 'das que a jurisprudência recente apreciou e exigem um novo balanceamento do conflito de direitos'". O primeiro elemento reside na constatação de que se trata da "terceira ação de luta em seis meses e a segunda em 15 dias" e, no segundo, a "configuração da paralisação", por não ocorrer num "período único de 24 horas, mas dois períodos circunscritos à hora de ponta da manhã de dois dias úteis". "Isto é, precisamente ao intervalo em que se concentram as deslocações com hora imposta por terceiros, obtidos pela adesão de uma fração muito reduzida do efetivo cuja função condiciona toda a operação, de modo que a greve produz, nesse intervalo, uma supressão integral e não uma redução do serviço", acrescenta-se na nota. O terceiro elemento tem a ver com a proposta do Metropolitano para os serviços mínimos, onde se previa "cerca de um quarto da oferta habitual, entre as 07:00 e as 10:00, em parte das estações, possibilitando que a maior parte dos 110 trabalhadores abrangidos pelo pré-aviso possam fazer greve". O Metropolitano de Lisboa, na nota, agradeceu "a compreensão dos seus passageiros e reafirma o seu compromisso de continuar a procurar minimizar os impactos das paralisações". De acordo com Sara Gligó, dirigente da Fectrans e do STRUP, a greve resulta de problemas persistentes no Posto de Comando Central (PCC) e nos Postos de Tração. Entre os problemas identificados pelos sindicatos estão a falta de trabalhadores no PCC e na Tração, o recurso excessivo a trabalho suplementar, a existência de turnos prolongados, atrasos na formação de encarregados e inspetores e o que consideram ser um esvaziamento das funções das chefias. O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião). Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e a 01:00. AML cria Conselho de Segurança para enfrentar desafios comuns A Área Metropolitana de Lisboa aprovou a criação de um Conselho Metropolitano de Segurança, estrutura supramunicipal que pretende melhorar a articulação entre municípios e forças de segurança. Lusa | 15:16 - 22/10/2026

Desporto

  • Duplo erro de Dahl e Lenglet deixou Benfica a perder assim nos Açores

    Foi em cima do minuto 30 que o Benfica se viu a perder, ao final da tarde desta segunda-feira, na visita ao Santa Clara, que fecha a jornada 9 da I Liga.   Na sequência de um pontapé de canto a favor do Santa Clara, a bola acaba por bater primeiro no braço de Samuel Dahl e depois na mão de Clément Lenglet, com o árbitro Cláudio Pereira a marcar penálti de pronto, num lance que seria validado pelo VAR. Na conversão do castigo máximo, o brasileiro Fernando atirou com muita força, sem hipóteses para Samuel Soares. Confira o vídeo: EM DIRETO: Santa Clara em vantagem frente ao Benfica Fique com o Desporto ao Minuto e acompanhe, a par e passo, todas as incidências da nona jornada da I Liga, que se estende entre sexta-feira e a tarde de segunda-feira. Notícias ao Minuto | 18:44 - 26/10/2026

  • Super Dragões arrasam decisão do CD contra o FC Porto: "Não aceitamos..."

    A claque Super Dragões, afeta ao FC Porto, emitiu, no decorrer da tarde desta segunda-feira, um extenso comunicado, que foi publicado nas redes sociais, para reagir ao castigo de interdição dos sectores das claques no Estádio do Dragão.   Esta punição foi aplicada ao FC Porto pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol e que será cumprido já na quarta-feira, na receção ao Académico de Viseu para a Taça da Liga. "A atual Direção dos Super Dragões manifesta a sua mais profunda indignação e revolta perante a decisão de interditar os setores atualmente ocupados pela nossa claque no Estádio do Dragão. Um castigo absurdo, incompreensível e de uma injustiça gritante!", pode ler-se no comunicado. Os Super Dragões lembram que, à data dos acontecimentos que levaram a esta punição, não existiam como claque. "30 de agosto de 2025, data dos acontecimentos no Sporting–FC Porto, em Alvalade. Nesta data não existíamos enquanto claque oficialmente reconhecida. Não tínhamos sequer associados, não recebíamos bilhetes, não tínhamos sectores atribuídos e nem sequer podíamos utilizar faixas ou bandeiras. Os bilhetes para Alvalade foram vendidos exclusivamente a sócios do FC Porto, sem qualquer intervenção da nossa associação. Os setores agora interditados no Estádio do Dragão também não eram ocupados pela nossa claque à data dos factos, precisamente porque não existia qualquer protocolo com o clube. 1 de outubro de 2025 - Só nesta data foi assinado o protocolo que formalizou a nossa relação institucional com o FC Porto", prossegue a claque. "Como podemos ser responsabilizados por acontecimentos ocorridos quando nem sequer existíamos enquanto estrutura reconhecida? Que justiça é esta? Que critérios são estes? Basta existir uma claque hoje para ser responsabilizada por tudo o que aconteceu ontem? Parece que, para quem aplica os castigos, as claques são sempre culpadas. Até quando não existiam", questionam. "Não desculpabilizamos comportamentos incorretos. A pessoa envolvida foi identificada e levada a tribunal. Mas recusamos que milhares de adeptos sejam penalizados indiscriminadamente. A atual Direção dos Super Dragões tem demonstrado, com atitudes, uma dedicação absoluta, respeito inabalável e lealdade incondicional ao FC Porto, construindo com a atual Direção do clube uma relação sólida de confiança, diálogo e união. O nosso compromisso com o FC Porto é inquestionável. Assumimos as responsabilidades que nos pertencem. Jamais aceitaremos ser castigados por uma realidade em que não existíamos. Não pedimos privilégios. Exigimos justiça. Não aceitamos ser culpados por conveniência", finalizam De referir que O FC Porto defronta o Académico de Viseu, a contar para os quartos de final da Taça da Liga, na próxima quarta-feira, a partir das 20h30 (horário de Portugal Continental), no Estádio do Dragão, no Porto. O árbitro do encontro é Sérgio Guelho. FC Porto cumpre interdição às claques frente ao Académico de Viseu O FC Porto vai cumprir a interdição dos setores das claques na receção ao Académico de Viseu, na quarta-feira, nos quartos de final da Taça da Liga, informou o clube. A medida abrange as zonas do Estádio do Dragão destinadas aos grupos organizados de adeptos Super Dragões e Colectivo Ultras 95. Lusa | 05:39 - 24/10/2026

  • Al Gharafa, de Pedro Martins, soma terceiro desaire na Champions asiática

    O Al Gharafa, do Qatar, orientado pelo português Pedro Martins, averbou hoje o terceiro desaire em outros tantos encontros na Liga dos Campeões asiáticos de futebol, frente aos sauditas do Al Ahli (2-1).   Em Jeddah, o pontapé certeiro do inglês Ivan Toney, logo aos quatro minutos, deu vantagem aos anfitriões, que permitiram a reação ao emblema do Qatar já após o regresso dos balneários, pelo romeno Florinel Coman (53). O brasileiro Matheus Gonçalves foi o autor do golo da vitória, aos 86, já depois do português Francisco Trincão ter sido substituído no Al Ahli e do senegalês Seydou Sano ter recebido ordem de expulsão no Al Gharafa. Com este desaire, a equipa de Pedro Martins continua com sem pontos, na 15.ª e penúltima posição do Grupo Oeste da competição, liderado pelo Al Ain (nove pontos), dos Emirados Árabes Unidos. Rúben Neves decisivo na vitória ante Al Gharafa após duas expulsões O Al Hilal bateu hoje por 2-1 o Al Gharafa, de Pedro Martins, na primeira jornada do Grupo B da Liga dos Campeões asiáticos de futebol, com Rúben Neves a marcar e a assistir para os sauditas. Lusa | 22:42 - 15/09/2026

  • EM DIRETO: Santa Clara em vantagem frente ao Benfica

    Depois de duas semanas de pausa, com a Taça de Portugal pelo meio, a I Liga está de volta e com ela a nona jornada, que se estende entre sexta-feira e a tarde de segunda-feira.   A ronda arranca no Minho com um encontro entre o Vitória SC e o Marítimo, sendo que para sábado estão reservados três jogos: Estrela da Amadora-Casa Pia (15h30), Alverca-Arouca (18h) e Gil Vicente-FC Porto (20h30). No domingo estão agendados quatro jogos, com um novo grande a entrar em ação: Estoril-Moreirense (15h30), Nacional-Sp. Braga (18h), Rio Ave-Famalicão (18h) e Sporting-Académico de Viseu (20h30). A jornada fecará na segunda-feira com o Santa Clara-Benfica, às 18h45. Fique com o Desporto ao Minuto e acompanhe, a par e passo, todas as incidências da nona jornada da I Liga.

  • À atenção do Torreense: Ararat, de Manuel Tulipa, vence no campeonato

    O Ararat-Armenia, comandado pelo português Tulipa e próximo adversário do Torreense na fase de liga da Liga Europa, venceu hoje o Noah, por 2-1, em jogo da 11.ª jornada do campeonato arménio de futebol.   Em Yerevan, o brasileiro Sandro Lima abriu o ativo para o equipa do técnico luso, à passagem do minuto nove, com Zhirayr Shaghoyan a ampliar a vantagem, aos 22. Na reta final do desafio, Lazetic (80) encurtou distâncias para o Noah, que terminou o desafio reduzido a 10 jogadores, face à expulsão de Saintini (90). Com este resultado, a equipa de Tulipa, que apostou em Hugo Oliveira e Bruno Pereira de início, passou a somar 26 pontos no segundo posto, contra os 28 do líder isolado Noah, que contou com os lusos Hélder Ferreira (titular), David Sualehe (suplente utilizado) e Daniel Figueira no banco. O Torreense, detentor da Taça de Portugal e 16.º da II Liga, segue no 28.º lugar da Liga Europa, com três pontos, e recebe o Ararat-Armenia em 05 de novembro, em Leiria. Torreense inicia defesa da Taça de Portugal frente ao Benfica O Torreense, campeão da Taça de Portugal em 2025/26, inicia a defesa do troféu frente ao Benfica, recordista de títulos na prova, na quarta eliminatória da época 2026/27. Lusa | 14:10 - 26/10/2026

  • Vitinha 14.º classificado na Bola de Ouro, Portugal fora do top 10

    O médio Vitinha foi 14.º classificado na edição 2025/26 da Bola de Ouro, que distingue o melhor futebolista da temporada e não teve portugueses no top 10, anunciou hoje a organização do prémio atribuído pela revista France Football.   Terceiro colocado do prémio individual mais prestigiado da modalidade em 2024/25, Vitinha sagrou-se bicampeão europeu e pentacampeão francês ao serviço do Paris Saint-Germain na época passada, além de ter conquistado as Supertaças doméstica e europeia e a Taça Intercontinental. O médio, de 26 anos, integrou a equipa ideal da Liga dos Campeões, na qual foi eleito melhor jogador da final, vencida pelos parisienses frente aos ingleses do Arsenal no desempate por penáltis, em Budapeste, na Hungria. Vitinha volta agora a ser o português mais bem cotado na Bola de Ouro, que integrou quatro lusos nos 30 nomeados e viu João Neves, igualmente centrocampista do Paris Saint-Germain, repetir a 19.ª posição de 2024/25. Do plantel dos bicampeões europeus faz ainda parte o defesa esquerdo Nuno Mendes, que foi 23.º colocado, um ano depois de ter encerrado o top 10 da edição 2024/25, vencida pelo colega de equipa Ousmane Dembélé. Já o médio Bruno Fernandes, do Manchester United, ficou no 27.º lugar, na sequência de uma época em que foi eleito melhor jogador da Liga inglesa e quebrou o recorde de assistências na história da competição, além de ter representado a seleção principal de Portugal na fase final do Mundial2026. Nessa prova também estiveram Nuno Mendes, João Neves e Vitinha, com os lusos, detentores da Liga das Nações, a serem afastados nos oitavos de final pela Espanha, campeã europeia e futura vencedora do título mundial. Portugal não ficava sem representação no top 10 da Bola de Ouro desde 2023/24 e mantém-se com 13 internacionais 'AA' a chegar a esse patamar, num lote liderado por Cristiano Ronaldo (14 presenças), capitão da seleção lusa e cinco vezes vencedor do galardão (2008, 2013, 2014, 2016 e 2017). Atrás de Ronaldo, que só é ultrapassado em êxitos pelo recorde de oito do argentino Lionel Messi, estão Eusébio (oito), distinguido em 1965, e Luís Figo (três), vitorioso em 2000, enquanto Bernardo Silva atingiu o top 10 por duas ocasiões, contra uma de José Águas, José Torres, Fernando Chalana, Paulo Futre, Ricardo Carvalho, Deco, Pepe, Nuno Mendes e Vitinha. Portugal teve dois futebolistas nesse patamar em cinco edições, em 1966, ano da melhor participação lusa de sempre em Mundiais, com o terceiro lugar, 2004, quando o FC Porto foi campeão europeu e Portugal perdeu a final do Euro2004 como anfitrião, 2016, com o inédito troféu continental de seleções, 2019, após o primeiro sucesso na Liga das Nações, e 2024/25. A cerimónia de entrega da 70.ª Bola de Ouro realiza-se hoje em Londres, no London Palladium, e pela primeira vez fora de Paris, galardoando os melhores futebolistas masculino e feminino da época passada, por entre outros prémios atribuídos pela France Football, em conjunto com a UEFA. EM DIRETO: Siga todas as incidências da edição de 2026 da Bola de Ouro Confira, com o Desporto ao Minuto, todas as incidências da cerimónia da gala da Bola de Ouro de 2026, em Londres, que condecorará, entre outros, o melhor jogador do mundo de futebol. Rodrigo Querido | 16:52 - 26/10/2026

Festival das Cores

XXXVII Feira Agropecuária e do Cavalo

XIX Oriescolas 2025

10º festival enguia lagoa de Santo André

Bairro azul coletiva C2 RC
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